12 agosto, 2010

Mototaxistas de Parnamirim estão com Miguel Weber e Paulo Wagner


Após vários anos em busca do reconhecimento da profissão, os mototaxistas conseguiram que sua atividade fosse regulamentada pelo Presidente da República no ano passado. Apesar da conquista, os profissionais que atuam na cidade de Parnamirim enfrentam um problema diário, a proibição de exercer a função livremente na capital. Com o objetivo de buscar soluções para esse impasse os candidatos a Deputado Estadual Miguel Weber 43123 (PV), e Federal Paulo Wagner 43333 (PV) se reuniram na noite desta quarta-feira (11) com os representantes do sindicato dos mototaxistas do Rio Grande do Norte.

“Nós pretendemos criar pontos fixos, onde a central de mototaxistas possa funcionar embarcando e desembarcando passageiros. A idéia inicial é se fazer um ponto de partida em Parnamirim e um ponto final na Ribeira, mas esta é uma questão a ser trabalhada e passada por vários setores competentes. O que queremos é facilitar a vida destes profissionais, dando possibilidades de crescimento na profissão, mas tudo dentro da lei” explicou o candidato Miguel Weber.

Atualmente 497 mototaxistas estão cadastrados na prefeitura de Parnamirim. O cadastro é uma das exigências para que eles exerçam livremente suas atividades. O profissional habilitado possui alvará de licença, capacete e colete amarelos, além de carteira profissional contendo o número de concessão mais habilitação. De acordo com Marcos Santiago, presidente do Sindicato dos Mototaxistas do RN, os motoentregadores de Parnamirim podem circular em todas as cidades do interior, incluindo a Grande Natal, menos na capital, esta decisão está prevista na lei municipal 5022, de oito de julho de 1998.

O cumprimento da lei é responsável por aproximadamente trinta apreensões de motocicletas por mês na cidade. “O grande problema da categoria é que as viagens para Natal são cinco vezes mais lucrativas. Este é o atrativo principal que faz nossos motociclistas se arriscarem e pegarem viagens pra lá, correndo perigo de serem multados e terem que pagar de $700 a $800, além ver a moto apreendida” desabafou Marcos.

Deilson Queiroz é mototaxista há dois anos e explica a difícil situação de circular na capital. “O que reivindicamos é o nosso direito de ir e vir a qualquer momento, e o nosso direito de crescer na profissão. Nós nunca tivemos apoio algum dos governantes, ninguém nunca parou para escutar a categoria. Agora, com o apoio de Miguel Weber e Paulo Wagner esperamos alcançar essa liberação. A autorização do fluxo de mototaxistas em Natal significa a valorização da carreira e também a promoção do bem estar da nossa família”, concluiu Deilson.

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