
As empresas do grupo Silvio Santos serviram de garantia para um empréstimo no valor de R$ 2,5 bilhões para compensar um rombo detectado no Panamericano em setembro de 2010. O empresário, afirmou que não deve mais nada ao Fundo Garantidor de Crédito que concedeu o empréstimo. “Agora, estou livre. A televisão que alguém queria comprar não está mais à venda.”
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