Policiais exibem imagens de colegas sequestrados urante um ato realizado na quinta-feira em Bogotá.
“Queremos comunicar nossa decisão de somar à anunciada libertação dos seis prisioneiros de guerra a dos quatro restantes em nosso poder”, indicou o comunicado, assinado pelo Secretariado (comando central) das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.
O maior e mais antigo grupo guerrilheiro do país, com mais de 47 anos de existência e cerca de 9 mil combatentes, anunciou também que não sequestrará mais civis como forma de financiar economicamente suas atividades.
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