Histórico. Representantes de várias etnias dividem as oito cabanas
montadas na área do antigo prédio do Serviço de Proteção ao Índio,
precursor da
Funai. Foto: Dario de Dominicis
Bem ao lado da megaempreitada há um espaço praticamente ignorado, onde o tempo parece correr no sentido inverso. Separados do estádio apenas por um muro, algumas famílias indígenas ocupam o velho prédio e o terreno onde há 102 anos foi criado o Serviço de Proteção ao Índio (SPI), atual Funai. Vivem ali em ocas de pau a pique, se alimentam de raízes e pescado, realizam cultos ancestrais e ensinam o tupi-guarani. “Queremos que esse espaço volte a abrigar o Museu do Índio”, explica o cacique Carlos Tucano, de 52 anos, um dos pioneiros da ocupação iniciada em 2006.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
SEU COMENTÁRIO É MUITO IMPORTANTE!